Bom humor súbito, melancolia súbita.
Felicidade instantânea, vontade de sumir idem.
Sempre fui uma inconstante escondida, do tipo que muda de humor e decisões freqüentemente e não fala pra ninguém, mas agora tá pior. E não sei porque.
Não existem motivos, simplesmente sinto isso. E não quero mais. Quero fugir, de novo e sempre e mais do que nunca.
E em um mesmo dia eu encontrei alguém igual a mim, assim, sem querer. Mesmo que ela não saiba. Uma amiga meio distante, inesperadamente próxima.
E em um mesmo dia “O tempo passa”, “Só quero ver o tempo passar”.
Vai dar tudo certo, vai dar tudo certo. Um dia.
Ao som de Yellow e The Scientist, tudo triste e esperançoso hoje, até esse tempo chuvoso misturado com o fim da semana. A vida é mesmo uma grande ironia.
Quero um estágio muito, mas muuuito legal.
Quero poder continuar pseudo-fanfarreando na faculdade e ainda assim tirar boas notas.
Quero ser selecionada pra aquela paradinha que por acaso ainda nem me inscrevi.
Quero fugir.
Quer viajar.
Quero que o que eu penso seja verdade… Não TUDO que eu tô pensando.
Quero Mika no Tim Festival.
Quero que a vida descomplique.
Quero que esqueçam de mim… Mas não todo mundo.
Quero sumir.
Talvez pra essas duas últimas se tornarem realidade eu não deveria estar postando aqui.
É, foda-se também.
Já tá passando dos limites. Tá me irritando seriamente. Já chega, né?
De vez em quando eu odeio pensar, principalmente porque eu penso demais, exageradamente, viajo total. Leio rostos, interpreto ações e frases. E não devia. Sempre erro mesmo.
Tá me irritando já.
“And all I can do is read a book to stay awake
And it rips my life away, but it’s a great escape
escape……escape……escape……”
E agora, o que eu faço? Alguém sabe me dizer?
Eu não sei o que eu faço. E digo isso no sentido geral, não porque eu tô com algum problema e não sei como resolver ou coisa assim. Eu só não sei o que fazer agora. Saco.
Tô entediada, tô cansada. A gente planeja, cria metas, traça objetivos. Persegue, cumpre as regras, faz tudo certinho. Nada acontece. Nada, nada, nada. Tudo a mesma coisa. Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
Nos filmes tudo acontece sem esforço, sem objetivos, metas, planos. Tudo por acaso.
“Tragam-me o acaso; ele é inocente como uma criança.”
“A vida não é filme, você não entendeu.”
Espera, espera, espera. Nada, nunca, nada.
É. Tudo tende ao tédio.
Segundo período da ECO, tudo será diferente. Não vou sentar no fundo, vou prestar atenção em todas as aulas e ler todos os textos. Ah, até parece!
Pontos ruins do dia:
- Comunicação e Economia é um saco.
- Língua Portuguesa II é um saco.
- Laboratórios super legais que são no horário das suas aulas são um saco.
- Escolher laboratórios é muito difícil. Ainda mais pra uma pessoa indecisa como eu, né.
- Ver que a sua sala do semestre passado deu um upgrade absurdo é de dar inveja em qualquer um (principalmente quando no upgrade são incluídos uma TV de plasma, pintura nova, quadro branco/de canetinha e ventiladores – aham, não tinha nem ventilador).
Pontos bons do dia:
- Nada como sentar no fundo da sala e fazer comentários sobre a aula e as pessoas (incluindo a professora) com seus amiguinhos irônicos e escrotos como você.
- Professores que não aparecem na primeira semana e dão aula no último tempo trazem felicidade para os alunos (momentânea, afinal, a gente também quer aula! Não é só vagabundo que faz Comunicação não, hein.)
- Ficar no CA com seus amigos e brincar de adedanha (partindo da categoria “título de filme pornô”), falando merda ou simplesmente morgando nos sofás é uma experiência super válida da faculdade.
- Ver os calouros perdidos, passando pelas aulas que você já fez e se impressionando com os professores picaretas e os problemas da faculdade que já são banais pra você é delicioso.
- O café da máquina que fica perto da secretaria fez falta nas férias… VÍCIO!
Tava com saudade dessa faculdade que tem o poder de me fazer feliz e não me dar a mínima vontade de voltar pra casa… Quando não estou em aula, claro.
Agora, em busca de um estágio e mais ocupações que não me deixem dormir pelos próximos meses. É, eu sou assim, gosto de sofrer, sabe? Torçam por mim!
P.S.: Muito obrigada aos que comentaram só pra me ver feliz, hehe =) Vou tentar mesmo responder! Beijo grande
Abandonei esse blog, né? Eu bem sabia que isso ia acontecer… Mas tô tentando voltar, juro. Mesmo que ninguém leia isso aqui (o que é verdade).
Me acostumei a falar sozinha, a escrever pra ninguém ler. Sinto vergonha e tenho medo de críticas, odeio que me critiquem. Adoro criticar, é claro, sei que às vezes chego ao ponto de ser meio cruel no meio da minha crítica sincera que não consigo e nem tento mais evitar. Acho que é até por essa minha capacidade natural de ser meio escrota e perfeccionista que não gosto que julguem meu “trabalho”. Se eu nasci assim, muitos outros devem ser do mesmo jeito e nada impede que essas pessoas ajam do jeito que eu ajo.
Então, essa enrolação e aleatoriedade toda é só pra dizer que eu tô voltando pra cá (eu acho…). Mesmo que ninguém leia, comente e tal. Talvez seja até bom que não façam isso.
Os inevitáveis e constantes.
“Por que eu fiz isso, hein? Por que mesmo?”
“Toma, Natasha. Pra deixar de ser idiota…”
“Na próxima vez vai ser diferente, vai sim.”
“Não dá, não dá, não dá mais!”
“Será que eu tô fazendo a coisa certa?”
“Bem que eu podia ser sortuda.”
“Sabe o que eu queria? Que tudo fosse mais simples pra mim, que eu não tivesse que me esforçar tanto.”
“Cansei, desisto.”
“Vaaambora, força!”
“Vai dar tudo certo, tuudo certo! Ou não né, afinal, sou eu!”
“Eu preciso parar de pensar tanto.”
Essa foi difícil! A Taís (http://www.ideiasflutuantes.wordpress.com) me passou uma correntinha de blogs e aqui estou eu fazendo.
Tema: 5 músicas que fazem parte da sua trilha sonora.
Complexo, cara! Cada música que eu gosto tem um significado pra mim e eu gosto de MUITAS músicas, então já viu né… Mas vamos tentar.
- 1 – “Infinita Highway”, Engenheiros do Hawaii.
Essa eu me identifiquei recentemente hehe. Nunca tinha parado pra pensar na letra e quando li, WOW, me identifiquei total. Lembra também minha infância, o bairro em que eu morava quando era pequena, as pessoas e tal, uma época muito boa. Tinha que entrar pra lista.
- 2 – “All Good Things (Come To An End)”, Nelly Furtado.
É da Nelly Furtado e do Chris Martin, ambos muito adorados pela pessoinha que vos escreve, só que a gravadora super legal da galerinha do Coldplay deu chilique e ele não pôde gravar. Uma droga, mas a música continua sendo maravilhosa. Além de eu me ver traduzida em várias partes da letra, tem aquele ritmo totalmente calmo e melancólico de leve que vicia e faz você ouvir milhões de vezes… Aiai, muito boa!
- 3 – “Wouldn’t It Be Nice”, The Beach Boys.
Não que eu ache a música um espetáááculo, acho bonitinha e normalmente quando ouço encho o saco rápido dela, mas, de verdade, essa música me traz lembranças muito boas… Me lembra uma das melhores férias da minha vida e as últimas antes de entrar no colégio novo (Anglo). Meus primos portugueses aqui no Brasil, minha prima brasileira acampando aqui em casa mais eu e minha irmã… Sei lá, foi muito bom, formou aquele grupo que simplesmente “clica”, sabe? Me diverti demais. E a gente conheceu essa música no último dia de “geral junto”. Saudades…
- 4 – “You Know I’m No Good”, Amy Winehouse.
Ah, cara, Amy é rainha. Não sou fã dela, mas da música dela, sim! E essa me lembra uma fase meio “foda-se” da minha vida que vem se arrastando, com maior ou menor intensidade, mas sempre presente, desde o 2º ano do Ensino Médio até os dias de hoje. E não pretendo largar dessa vida tão cedo
- 5 – “Rise Up”, Yves LaRock.
Ooook, eu AMO música eletrônica e essa é uma das minhas preferidas. Só ela tocar pra eu me empolgar imediatamente… E a letra não é sem sentido, é boa, mesmo. Adoro ^^
Bom, aí estão. Tenho certeza que assim que me lembrar de outras músicas vou me arrepender da lista inteira e querer refazer, mas agora já foi! Faltaram muitas músicas aí, cinco é um número pequeno demaaais, mas tá, tentei manter o mais variado possível.
E a corrente vai pro Idéias e pro Gossip, que estão aí do lado na Blogroll. Divirtam-se =)
Beeijos!
Eu já tentei fazer e manter um blog pessoal pelo menos umas 20 vezes. Tá, exagero, mas não deve estar muito longe disso também não.
Devido a essa minha tendência a abandonar/encher o saco/largar de mão de blogs, não garanto nada sobre esse aqui. Mas não custa nada tentar, né? Então, vamos lá!
Aqui eu vou falar sobre, ahm, tudo. O que me vier na cabeça (e isso não quer dizer que vai sair alguma coisa boa). O blog é pessoal, né? Pois bem.
Até a próxima